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2020 já teve um caso de Calazar Humano na cidade de São Bento-PB.Veja

2020 já teve um caso de Calazar Humano na cidade de São Bento-PB.Veja

08/01/2020 07h29
Por: Mais São Bento
Fonte: Clinton Medeiros
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Um bebê de apenas nove meses, foi diagnosticado com “Calazar Humano” na cidade de São Bento no Sertão da Paraíba. O diagnóstico foi confirmado nesse início de 2020, ele atualmente está internado em outra unidade de saúde de um grande centro do estado.

O bebê é residente no bairro São Bentinho, e depois da descoberta do caso, os órgãos como secretarias de saúde municipal e estadual começaram providencias tanto para seu tratamento como no combate ao mosquito “Palha” transmissor do vírus que pode ser letal.

O tipo de leishmaniose (visceral, cutânea, cutâneo -mucosa e não especificado) são costumeiramente registradas em hospitais paraibanos conforme dados do Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde (SIH/SUS).

Essa doença é transmitida pela picada de insetos hematófagos (-magem – que se alimentam de sangue), que são conhecidos por mosquito palha, tatuquira e outros a depender do local. Ela pode afetar tanto animais como humanos.

A doença é sempre mais confirmada em cães. Em 2012 foi sancionada uma lei federal que instituiu a Semana Nacional de Combate e Controle da Leishmaniose. A leishmaniose visceral (conhecida como calazar) é uma doença grave causada por protozoários do gênero Leishmania e tem o cão como seu principal reservatório.

A prevenção é a solução para o controle da doença. A leishmaniose pode matar o cão e também pôr em risco a vida daqueles que convivem com os animais infectados. Sintomas da doença. Ainda de acordo com Marielle Medeiros veterinária ouvida pelo Blog, se o cão for infectado uma vez, ele pode permanecer sem sintomas aparentes por vários meses e anos. “Mas pode se tornar uma fonte de infecção para outros animais e seres humanos e um reservatório da doença no meio urbano. Os sintomas são apatia, perda de peso e aumento do volume abdominal. Nos animais, provoca ainda crescimento acelerado das unhas e feridas na pele”, destacou. Em números.

Diagnóstico

A médica veterinária e coordenadora de território da MSD Saúde Animal, informou que a dificuldade de identificar o quadro de leishmaniose visceral. “Depois que o mosquito pica a vítima, pode demorar alguns meses para a doença se manifestar ou aparecer nos exames de sangue. E cerca de 50% dos animais infectados podem permanecer assintomáticos.

No caso dos animais que apresentam sintomas, os primeiros a se manifestarem são: feridas na pele, que podem ser locais (ponta de orelha, junções mucocutâneas – região entre a pele e a mucosa) ou difusas, aumento dos gânglios, perda de peso, crescimento exagerado das unhas, aumento do volume abdominal. Porém, é importante destacar que o diagnóstico somente pode ser feito por um médico-veterinário, por meio de exames laboratoriais”, comentou.

Mais São Bento com Clinton Medeiros 

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